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Algumas respostas sobre o budismo

Mais de 800 respostas sobre budismo e as suas relações com a cultura ocidental e a prática na vida cotidiana moderna

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Recomendações de livros sobre o budismo

Uma lista de livros que recomendo para quem quer conhecer ou praticar o budismo.
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Centros de darma que recomendo

Uma lista de centros e professores do darma que considero autênticos e confiáveis.
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Budismo

Coleção de artigos e traduções sobre budismo por Padma Dorje.
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Fala inútil

Por que a fala inútil (baratos fáceis, pacto de mediocridade) é uma desvirtude, por que a devemos evitar?
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Superstição, imperialismo cultural e reprodutibilidade

Este é um comentário sobre uma colocação de Dzongsar Khyentse Rinpoche no Facebook em 2019 onde ele trata das distorções nas adaptações do darma à modernidade onde o conceito de “superstição” é aplicado ao budismo sem o contexto cultural adequadamente traduzido. Ele chama essa prática de uma forma de genocídio cultural “pacífico”. Rinpoche critica a atitude subserviente à ciência de alguns budistas modernos.
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Reflexão sobre o reino humano

A quarta das seis reflexões sobre o oceano de insatifatoriedade da experiência cíclica (samsara), que compõe um dos quatro pensamentos que tornam a mente na direção do darma.
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Comoção durante a prática

Há uma gama de experiências transitórias que podem ocorrer durante as várias práticas budistas. Algumas delas envolvem emoções fortes. Como lidar com isso?
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O que é prática budista?

O que se quer dizer com meditação, prática formal, prática no cotidiano? As três excelências são uma estrutura básica que transforma qualquer coisa em prática.

Buda Virtual

“Ninguém Consegue ser Tão Puro”
Moralismo, Radicalismo e Atrofia Ética

Com a morte de Deus no séc. XIX, a paulatina ressignificação da ética e do sentido acabou levando, por um lado, ao liberalismo amoral pseudo-darwinista e individualista (“a promoção da competição entre as pessoas deixa a sociedade mais eficiente e justa”), e por outro, a uma tentativa construção de “ética secular”. Isso acabou colocando o ensinamento empírico e ateísta do Buda na posição incomum de única panaceia infalível com relação a esses dois extremos. No entanto, na mentalidade corriqueira, o budista é visto como um perfeccionista moral – de quem tanto se cobra as mais absurdas santidades, quanto de quem, por isso mesmo, se naturalmente desconfia como necessariamente hipócrita. Esses extremos, no entanto, são apenas óbvios frutos do julgamento precipitado de ignaros levianos e crentes do lugar-comum.
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Gendün Chöpel

O primeiro tibetano modernista: artista, erudito, ativista, causador de problemas.
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“Papo de Homem” e eu

Algumas pessoas sempre me perguntam. E também, segue o anúncio de que preciso freelas.
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O que é “natural” para o budismo?

O conceito do que seria “natural” tem um histórico difícil, mas ainda assim é útil no budismo.
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Arya Nagarjuna

A figura mais importante no budismo depois do próprio Buda, que elevou termos como “vacuidade”, “interdependência” e “caminho do meio” ao léxico comum budista.

Um mapa mental público

Este é o site pessoal e portfólio de Padma Dorje, Eduardo Pinheiro, um tradutor e programador que vive em Porto Alegre e se interessa por budismo1Em particular a madhyamaka (prasangika, svatantrika, yogachara-svatantrika), o vajrayana (em particular a relação com ao uso peculiar da linguagem e as hagiografias), o dzogchen (e por extensão a tradição nyingma, e também a relação de dzogchen, zen budismo e taoísmo), e polêmicas como as críticas de Gedun Chöpel ao realismo, shentong-rangtong, a noção absurda de budismo "não engajado" que surje por extensão da noção de "budismo engajado", meta-ética budista, budismo e sexualidade, budismo e filosofia, budismo e consumo, política budista, greco-budismo, "linguagem crepuscular" no vajrayana etc., cultura anglófila e ianque2Americana, science fiction (clássica, surrealista, new wave, cyberpunk), contracultura, geração beat, tensões étnicas e arte, blues, swinging London, Inglaterra vitoriana, sátira, wit, William Blake, Finnegans Wake, Aldous Huxley, Vonnegut, K. Dick, Samuel R. Delany, J. G. Ballard, Asimov, Heinlein, Cory Doctorow, XKCD., teoria estética japonesa3Wabi-sabi, iki, shakuhashi., nuberu bagu4Hiroshi Teshigahara, Shohei Imamura, Masahiro Shinoda., teoria do humor5Análise do humor, stand-up, biografia e humor, faux pas, teoria ôntico-epistêmica do humor, antihumor, non sequitur, nonsense, ritual clown, onomasti komodein, parrésia e humor; Woody Allen, Louis C.K., Steven Wright, Garry Shandling, Richard Pryor, Larry David, Seinfeld, Dr. Katz, Stephen Colbert, Jon Stewart, Kids in the Hall, Monty Python., etnometodologia e gonzo, economia da atenção6Comodificação do tempo, poluição da atenção, mind kipple, externalismos existenciais, cultura de déficit de atenção e hiperatividade, consumo consciente, heurística e deficientes tecnológicos., usabilidade, democracia direta, criticalidade auto-organizada, teoria dos jogos, teoria da propriedade (especialmente propriedade intelectual)7Partido Pirata, bens imateriais, bens pelos quais não se compete, lucros presumidos, micropatronagem., "pessoalidade corporativa" e accountability, cripto-anarquismo8Cypherpunks, bitcoin, neutralidade, anonimidade, guerra dos dispositivos de computação geral., distopias91984, Brave New World, Utopia, Cândido, Brazil, Soylent Green etc., linguística10Psicolínguística, evidential markers, modalidades epistêmicas, epistemic mood, mirativo, autoantônimos, impacto cultural da hipótese de Sapir-Whorf. e filosofias da mente11Autoengano, acesso privilegiado, inteligência artificial, zumbis, argumentos contra o funcionalismo, o emergentismo e o epifenomenalismo., da linguagem12Argumentos da linguagem privada, divisão do trabalho linguístico, contextualismo semântico, antiessencialismo, linguagem indireta, ironia. e da ciência13Antirrealismo, problemas do fisicalismo e do reducionismo, causação vs. correlação, epistemologia da estatística., bem como "metafilosofia"14Racismo filosófico, natureza dos problemas filosóficos, antifilosofia (principalmente como algo "bom")..


Destaques

• Em Algumas respostas sobre o Budismo se encontram cerca de 800 perguntas e respostas sobre a pouco entendida tradição (que sequer é fácil definir como religião, ciência ou filosofia). Outros textos sobre o assunto podem ser encontrados na seção Budismo.

• Escrito originalmente no fim dos anos 90, uma crítica do suposto uso legítimo de drogas alucinógenas ("psicodélicos", "enteógenos") no contexto religioso causou intenso debate em vários fóruns em português, e vai desde o questionamento do relativismo cultural até a questão da definição de espiritualidade.

• Uma lista com links para todos meus artigos escritos sob encomenda e publicados em outros sites.

No mapa do site podem ser encontrados todos os cerca de 170 artigos organizados por categorias. Tenha em mente que este site contém mais de 260.000 palavras, que se impressas resultariam um livro de mais ou menos 600 páginas (estes números não incluem os links para artigos externos pelo mesmo autor, o que dobraria as quantias).


Tecnologia

Este site foi desenvolvido em PHP. A velocidade no lado do servidor é garantida por um parsing que "compila" dinamicamente e consolida o conteúdo e a estrutura (árvore de categorias, palavras-chave) por completo, a escrevendo em html simples, o que elimina a necessidade de acesso a um banco de dados e o uso exagerado de lógica de programação durante o carregamento das páginas.


Definição de "tzal"

Tzal (tibetano transliterado em wylie rtsal, grafado foneticamente tanto como tsal quanto como tzal, e algumas vezes como tsel, skt. prabala) significa energia externa, habilidade, trabalhar, funcionar, dinâmica existencial, potência, poder, projeção externa, criatividade, reflexão, poder de manifestação, destreza, agilidade, força, feito, talento, ato, exibição, poder de manifestação da natureza da mente. Indica a capacidade própria da energia de se manifestar ou se projetar externamente, como um cristal iluminado por um raio de luz produz inúmeros arcos de luz coloridos ao seu redor.15Fonte: definição de tzal, em inglês. Esta discussão, também em inglês, também é interessante.


1. ^ Em particular a madhyamaka (prasangika, svatantrika, yogachara-svatantrika), o vajrayana (em particular a relação com ao uso peculiar da linguagem e as hagiografias), o dzogchen (e por extensão a tradição nyingma, e também a relação de dzogchen, zen budismo e taoísmo), e polêmicas como as críticas de Gedun Chöpel ao realismo, shentong-rangtong, a noção absurda de budismo "não engajado" que surje por extensão da noção de "budismo engajado", meta-ética budista, budismo e sexualidade, budismo e filosofia, budismo e consumo, política budista, greco-budismo, "linguagem crepuscular" no vajrayana etc.

2. ^ Americana, science fiction (clássica, surrealista, new wave, cyberpunk), contracultura, geração beat, tensões étnicas e arte, blues, swinging London, Inglaterra vitoriana, sátira, wit, William Blake, Finnegans Wake, Aldous Huxley, Vonnegut, K. Dick, Samuel R. Delany, J. G. Ballard, Asimov, Heinlein, Cory Doctorow, XKCD.

3. ^ Wabi-sabi, iki, shakuhashi.

4. ^ Hiroshi Teshigahara, Shohei Imamura, Masahiro Shinoda.

5. ^ Análise do humor, stand-up, biografia e humor, faux pas, teoria ôntico-epistêmica do humor, antihumor, non sequitur, nonsense, ritual clown, onomasti komodein, parrésia e humor; Woody Allen, Louis C.K., Steven Wright, Garry Shandling, Richard Pryor, Larry David, Seinfeld, Dr. Katz, Stephen Colbert, Jon Stewart, Kids in the Hall, Monty Python.

6. ^ Comodificação do tempo, poluição da atenção, mind kipple, externalismos existenciais, cultura de déficit de atenção e hiperatividade, consumo consciente, heurística e deficientes tecnológicos.

7. ^ Partido Pirata, bens imateriais, bens pelos quais não se compete, lucros presumidos, micropatronagem.

8. ^ Cypherpunks, bitcoin, neutralidade, anonimidade, guerra dos dispositivos de computação geral.

9. ^ 1984, Brave New World, Utopia, Cândido, Brazil, Soylent Green etc.

10. ^ Psicolínguística, evidential markers, modalidades epistêmicas, epistemic mood, mirativo, autoantônimos, impacto cultural da hipótese de Sapir-Whorf.

11. ^ Autoengano, acesso privilegiado, inteligência artificial, zumbis, argumentos contra o funcionalismo, o emergentismo e o epifenomenalismo.

12. ^ Argumentos da linguagem privada, divisão do trabalho linguístico, contextualismo semântico, antiessencialismo, linguagem indireta, ironia.

13. ^ Antirrealismo, problemas do fisicalismo e do reducionismo, causação vs. correlação, epistemologia da estatística.

14. ^ Racismo filosófico, natureza dos problemas filosóficos, antifilosofia (principalmente como algo "bom").

15. ^ Fonte: definição de tzal, em inglês. Esta discussão, também em inglês, também é interessante.




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