
Parece que confirmaram o que antes era uma hipótese controversa, a da que a linguagem, e talvez a mera fonética, afeta nossa visão da realidade.
No estudo desenharam dois tipos de alienígena. Foi pedido a um grupo de pessoas para que dissessem qual era o bonzinho e qual era o mal. A diferença entre eles não era grande. Foi feita uma estatística representando quantos achavam o alienígena A bonzinho.
Após isso, deram a outro grupo dois nomes de espécies alienígenas, os
lubishes e os
grecous. Foi feita uma estatística representando qual era mais considerado bonzinho.
Os pesquisadores então associaram o nome estatisticamente considerado mais bonzinho à figura do alienígena estatisticamente considerado mais benévolo, e apresentaram o conjunto, nome e desenho, a um terceiro grupo de pessoas. Houve um aumento significativo da porcentagem de identificação do alienígena A como sendo o do bem.
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Agora pense num som ancestralmente associado a estados meditativos e compaixão: esse som, mesmo sem o significado estabelecido, tende a produzir ou conduzir aos mesmos "cacoetes" cognitivos.
Algumas pessoas querem estar recitando uma proposição enquanto recitam um mantra, e até há aqueles que não o recitariam sem "entendê-lo". Porém me parece claro que os sons do mantra são correspondentes a estruturas psicofisiológicas, além ou até bem mais do que serem fórmulas concisas de ensinamentos (essa sílaba representa A, recitando ela, me lembro mais de A, e A fica mais fácil de realizar).
Vajrayana: tecnologia psicofisiológica & mente de publicitário aplicada ao dharma.